“CAIS DO CORPO” ARTISTA_VIRGÍNIA DE MEDE

Foto por: Eduardo Magalhães

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Foto por: Hick Duarte

DIA 24.04

16:00

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Paula Garcia e Virgínia de Medeiros

 

Virginia de Medeiros e Paula Garcia trabalham em meios como performances, instalações, documentários, intervenções urbanas, filmes e vídeos experimentais. A proximidade entre as artistas reflete urgências de uma discussão de temas em comum, ligados à urbanidade, corpo, políticas sociais e confluências estéticas, tendo o cruzamento de linguagens artísticas como um fator de desafio desse projeto. As artistas propõem uma experimentação interseccional de suas práticas e processos criativos para concepção de uma obra que entrelaçam visualidade e o experimentalismo sonoro no espaço urbano e ambiente virtual. 

Paula Garcia

Mestre em Artes Visuais pela FASM-SP e bacharel em Artes Plásticas pela FAAP. Suas pesquisas e experiências artísticas enfocam performance e curadoria em performance. Atua como artista, curadora independente e curadora de projetos do MAI – Marina Abramovic Institute. O trabalho da Paula Garcia aponta para uma poética de resistência. Seu discurso estético adota uma imagem-ruído – perturbadora, inquietante, que se configura como uma contrainformação a normas e regras. O processo criativo da Paula se constrói pela ruptura, pela negação, pela incerteza e pela indeterminação, como alternativa estética à padronização e ao consumo imediatista da Imagem. O corpo é o agente que vive a experiência física do processo criativo – ele sente antes de saber. A obra é a interface crítica que nos põe em contato com essa realidade – primeiro com uma experimentação da ordem do sensível (pois o que nos afeta é a plasticidade da obra) e segundo do cognitivo (pela apreensão da linguagem). Linguagem essa que trás a consciência de um sujeito com uma identidade mutável, uma identidade-viva. 

paulagarcia.net

vimeo.com/paulagarciaworks

https://www.instagram.com/paula_garcia/

 

Virgínia de Medeiros

O trabalho da artista Virgínia de Medeiros converge de estratégias documentais, para ir além do testemunho, questionando os limites entre realidade e ficção. A artista lida com três pressupostos comuns aos campos da arte e do documentário: o deslocamento, a participação e a fabulação. Adaptando imagens documentais para usos subjetivos, pessoais e conceituais, propiciando a revisão dos modos de leitura e representação da realidade e da alteridade.  De Medeiros atua na área de arte e tecnologia com ênfase em vídeo-instalação e audiovisual, sempre buscando convergir linguagens das artes e das mídias, expandindo as concepções estéticas e tecnológicas a fim de gerar novas possibilidades expressivas.

https://virginiademedeiros.com.br/

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