A CAVERNA 

Dinergia + Duo Prismas

 

A Caverna é uma obra audiovisual realizada por Gabriel V Neves (vídeo) e Marcos Pantaleoni (som). É uma narrativa para os sentidos, de caráter subjetivo e imersivo. Junto ao audiovisual, e dialogando com o mesmo, o duo Prismas (Marcos Pantaleoni no sintetizador e live-electronics e Joana Mariz, voz) vai realizar uma performance. 

 

DINERGIA

 

Desde 2017,  Gabriel V Neves (cenógrafo) e Marcos Pantaleoni (compositor) se reunem para fazer experimentos e pesquisas visando a criação de instalações imersivas. À essa parceria, ficou o nome Dinergia, que significa "processo de criação de padrões harmônicos pela união e cooperação entre as polaridades”. O audiovisual é a base das obras desta parceria, que pode tanto resultar em instalações como espaço para performances artísticas.

 

DUO PRISMAS

 

O Duo PRISMAS privilegia o diálogo entre a tradicional música de concerto e outros repertórios, nas obras de compositores brasileiros, latino-americanos e europeus, com releituras que transcendem as fronteiras imaginárias entre o tradicional, o popular, o contemporâneo e o erudito. A liberdade de interpretação do duo, os arranjos de Marcos Pantaleoni e a pesquisa vocal de Joana Mariz são as principais ferramentas para reunir peças em princípio díspares em nicho, época e local, e encontrar entre elas afinidades e diálogos.

 

GABRIEL V NEVES

 

Graduado em Arquitetura e Urbanismo pelo Mackenzie, atua nas frentes de cenografia, audiovisual e arquitetura. Desenvolveu, em parceria com o arquiteto Isay Weinfeld, o projeto IW, onde explora a percepção sensorial do espaço arquitetônico através da linguagem do audiovisual. Dirigiu e produziu 30 curta­metragens, posteriormente exibidos em galerias de arte em cidades como Nova Iorque, Londres e São Paulo. Fundou o coletivo Himawari 8, onde desenvolveu projetos experimentais através da integração das linguagens da arquitetura, fotografia, audiovisual e musica. Concebeu e dirigiu documentarios e curta­metragens premiados. Como cenógrafo atua em curtas e longas­metragens de ficção, em filmes publicitários e espetáculos de música e dança. No cinema participou de produções como O Roubo da Taça, Coisa Mais Linda, O Homem da Sua Vida, e filmes publicitários para marcas como Samsung, Renault, Google, Itaú, Natura, iFood, etc. Em 2018 criou o estúdio criativo Caravana, em parceria com o artista Dimitri Kuriki, produzindo instalações artísticas e cenários para cinema, museus e espetáculos.

 

JOANA MARIZ

 

Doutora em performance vocal pelo Instituto de Artes da Unesp e professora de canto erudito e popular da Faculdade Santa Marcelina, vem atuando profissionalmente desde 1999 como cantora lírica e popular, apresentando-se em recitais, óperas e oratórios e shows. Gravou os CDs “Siri Soprano”, com o violonista e percussionista corporal Charles Raszl e “Som na cabeça”, com o grupo vocal Canto ma non Presto, no qual também fez a preparação vocal. É membro do Coletivo Vocal-SP desde sua fundação, em 2012, e foi duas vezes produtora, tradutora e docente do curso de Somatic Voicework™ por ele realizado (2017 e 2018). Apresenta regularmente seus trabalhos de pesquisa em técnica e pedagogia vocal em congressos internacionais de voz, tendo inclusive recebido premiação de melhor trabalho no simpósio do Comet 2012. Formou em 2013 o Duo Prismas, com o pianista e compositor Marcos Pantaleoni, com quem vem desenvolvendo um trabalho de pesquisa de trânsito de linguagens e experimentação vocal.

 

MARCOS PANTALEONI

 

Marcos Pantaleoni é pianista, multi-instrumentista arranjador, compositor, maestro, produtor e educador. Atualmente integra o duo Prismas com Joana Mariz, participa do Dinergia ao lado de Gabriel V Neves e rege o coral cênico VivaVoz e, recentemente apresentou-se improvisando ao piano com o grupo de dança Corpo em Risco de Rubens Oliveira no Instituto Tomie Ohtake. Fez piano na Escola Municipal de Música de São Paulo, bacharelado em Composição e Regência no Instituto de Artes da UNESP, com ênfase em música eletroacústica, e licenciatura em artes na Universidade das Belas Artes de São Paulo. Como pianista recebeu prêmios em concursos nacionais e internacionais. Compõe música instrumental, vocal, eletroacústica e faz trilhas para o audiovisual e para o teatro. Dentre os trabalhos como compositor, destacam-se Hialofonia (eletroacústica, gravada pelo selo PANaroma e tocada em festivais de diversos países), Espelhos (clarinete solo, gravado por Luiz Alberto Requejo, selo Slovart e também tocado em diversos países) e a trilha para o longa Horácio, de Mathias Mangin com protagonista representado por Zé Celso.